Por do sol, da minha janela...lindooooo!



Obrigada Senhor...


Por criares e instituído a esperança.
Portanto, nas tempestades da vida,
Diante da adversidade dolorida,
Podemos lutar e almejar a bonança.

Obrigado Senhor...
Por nos conceder a benevolência da fé também
Ferramenta com a qual, 
diante das situações custosas,


Necessária e imprescindível 
nas causas impetuosas,
para podermos conseguir 
os objetivos que nos satisfazem.


Obrigada Senhor,
pela alegria, a de ver o dia nascer
e com ele renovar nossa alegria de viver!

TE agradeço Senhor,
por nas horas de angústia, nos dar luz
para prosseguir nesta caminhada...


Obrigada senhor ... por nos dar serenidade
e por meio da oração...
estarmos em sua presença
na alegria ... e na adversidade

Obrigada Senhor... por todos os dias!
Obrigada Senhor... 

by Zininha



Dia do Índio... vamos refletir sobre esta mensagem que um dia ele nos mandou...


A mensagem do índio Seattle
ao grande chefe branco de Washington.


Em 1854, o grande chefe branco de Washington
fez uma oferta de compra de uma grande 
extensão de terras índias, 
prometendo criar uma "reserva" para o povo índio.


A resposta do chefe Seattle
tem sido descrita como a declaração mais bela 
e mais profunda que jamais foi feita
sobre o meio ambiente.

Como se pode comprar ou vender o firmamento, 
ou ainda o calor da terra?

Tal idéia nos é desconhecida.
Se não somos donos da frescura do ar 
nem do fulgor das águas, 
como poderão vocês comprá-los?
Cada parcela desta terra é sagrada para o meu povo.
Cada brilhante mata de pinheiros, 
cada grão de areia nas praias, 
cada gota de orvalho nos escuros bosques, 
cada outeiro e até o zumbido de cada inseto, 
é sagrado para a memória
e para o passado do meu povo. 
A seiva que circula nas veias das árvores
leva consigo a memória dos Peles-Vermelhas.
Os mortos do Homem Branco
esquecem-se do seu país de origem
quando empreendem as suas viagens no meio das estrelas;
ao contrário, os nossos mortos nunca podem esquecer-se 
desta bondosa terra, 
pois ela é a mãe dos Peles-Vermelhas.

Somos parte da terra


e do mesmo modo ela é parte de nós próprios. 
As flores perfumadas são nossas irmãs,
o veado, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos;
as rochas escarpadas, os úmidos prados,
todos pertencem à mesma família.
Por tudo isto, quando 
o Grande Chefe de Washington
nos envia a mensagem 
de que quer comprar as nossas terras,
está a pedir-nos demasiado. 
Também o Grande Chefe
nos diz que nos reservará um lugar 
em que possamos viver
confortavelmente uns com os outros.
Ele se converterá, então,
em nosso pai e nós em seus filhos.
A água cristalina que corre nos rios
não é somente água: 
representa também o sangue dos nossos antepassados.
Se lhes vendermos a terra 
devem recordar-se que ela é sagrada e, 
ao mesmo tempo, ensinar aos vossos filhos que ela é sagrada 
e que cada reflexo nas claras águas dos lagos 
conta os acontecimentos e memórias
das vidas das nossas gentes.
O murmúrio da água é a voz do pai do meu pai.
Os rios são nossos irmãos e saciam a nossa sede; 
são portadores das nossas canoas
e alimentam os nossos filhos. 

Sabemos que o Homem Branco
não compreende o nosso modo de vida. 
Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro,
A terra não é sua irmã mas sim sua inimiga e,
uma vez conquistada, ele segue o seu caminho, 
deixando atrás de si a sepultura de seus pais, 
sem se importar com isso.
Não sei mas a nossa maneira de viver
é diferente da vossa.
Só de ver as vossas cidades
entristecem-se os olhos do Pele-Vermelha.
Mas talvez seja porque o Pele-Vermelha
é um selvagem e não compreende nada.
Não existe um lugar tranqüilo 
nas cidades dos Homens Brancos, 
não há lugar onde escutar como desabrocham
as flores das árvores na Primavera 
ou como esvoaçam os insetos.
O ar tem um valor inestimável para o Pele-Vermelha, 
uma vez que todos os seres partilham um mesmo alento
o animal, a árvore, o homem, todos respiramos o mesmo ar.
O Homem Branco não parece estar consciente
do ar que respira..

O vento, que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida,
também recebe os seus últimos suspiros.
E, se lhes vendermos as nossas terras, 
devem conservá-las como coisa à parte e sagrada, 
como um lugar onde até o Homem Branco
possa saborear o vento perfumado 
pelas flores das pradarias.
A terra não pertence ao Homem,
pertence à terra.
Sabemos uma coisa que talvez 
o Homem Branco descubra um dia:
o nosso Deus é o mesmo Deus.
Vocês podem pensar nesta altura que
Ele vos pertence
do mesmo modo como desejam 
que as nossas terras vos pertençam;
porém, não é assim. Ele é o Deus dos homens
e a Sua compaixão reparte-se por igual 
entre o Pele-Vermelha e o Homem Branco.


Esta terra tem um valor inestimável para Ele, 
e, se a estragamos, isso provocaria a ira do Criador. 
Contudo, vocês caminharão para a vossa destruição.

(ACHO QUE ESTE TEMPO CHEGOU)
Destruição por todo lado
e o homem caminha como se nada pudesse fazer.

AINDA PODEMOS ACORDAR
E CUIDAR MAIS DO NOSSO PLANETA...

Vamos acordar???